Nunca havia chego tão cedo no trabalho quanto cheguei naquele dia. Estava realmente preocupada com Landon. O que será que havia acontecido com ele depois que o deixei na sua casa? Será que tinha entrado em coma alcoolico? Plausível. Nunca vira ninguém mais bêbado. (tirando minha mãe nas festas de natal, mas acho que isso não conta). Queria colocar preto no branco e saber quel era a sua verdadeira intenção de ter ido para a minha casa naquela noite. Por mais que estivesse com ciumes ele não tinha o direito de invadir a minha vida pessoal. Era a minha vida! A vida que ele escolheu não fazer parte, então ele haveria de aceitar as consequencias de seus atos. Corri até a recepção e avistei Cyntia ao telefone (como sempre).
- Cyntia! - Chamei-a de longe- Lan...Digo, O Sr. Dylar já chegou? - Cyntia olhou-me de relance e continuou a falar ao telefone.- Só um minuto, Sr. Hellingan. - Disse ao telefone e se virou para mim.- Receio que o Sr. Dylar não venha hoje ao trabalho, Srta. Kemper.- Voltou ao telefone. Meu coração disparou. O que havia acontecido?
- Não vem?! Mas por que? - Perguntei em um tom meio esganiçado. Cyntia suspirou pesadamente.
- Sr. Hellingan, eu terei que retornar a ligação mais tarde. Aconteceu uma emergencia aqui. Tchau Tchau! - Desligou o telefone e me encarou com chamas no olhar. Okay...acho que tinha a irritado. - Não sei, Srta. Ele me ligou não faz muito tempo dizendo que não estava passando bem e que não poderia vir hoje. Pediu para eu cancelar todos os compromissos e é o que eu estou TENTANDO fazer. - Disse dando enfase ao 'tentando'. Sorri meio envergonhada de te-la atrapalhado.
- É urgente? - Perguntou-me.
- É urgente o que? - Respondi sem pensar no que havia perguntado. Cyntia me encarou confusa.
- O que tem para falar com ele... - Ela disso meio reticente. Percebi o quanto deseperada estava parecendo. O que tinha para falar para ele não era nada urgente, na verdade nem sei o que iria falar para ele. Só queria saber se estava... bem.
- Ah, não! Eu posso esperar...acho...- Disse tão baixo que teinha quase certeza que Cyntia nem havia me escutado. - Bem... vou te deixar trabalhar. Obrigada. - Sorri e me distanciei. Senti que Cyntia agradecera mentalmente por eu ter saido dalí. O que será que estava acontecendo? Me direcionei para o meu cubículo sem olhar para os lados. Sentei na poltrona aveludade e suspirei pesadamente. Será que estava tudo bem com ele? Será que estava fingindo ou só não queria me ver? E por que diabos eu estava pensando tanto nele? Eu estava preocupada sim, mas parecia mais coisa alem disso... Era como se...
- Oi para você também. Grossa. - Daniel disse me entregando um copo fumegante de café e se sentando no cubículo do meu lado.
-Ah, oi... - Disse envolvendo meus dedos pelo copo de café.
-Nossa! Que desanimo. Parece que não conseguiu nada com o Sr. Delaney ontem a noite. Acertei? - Sr. Delaney! Meu deus! Havia esquecido completamente dele! ótimo! Mais uma coisa para eu me preocupar. Obrigado Daniel...Afundei ainda mais na cadeira.
-Acertou. Mas não por falta de oportunidade... - Disse desanimada dando um gole no meu café. Daniel arregalou os olhos e veio se sentar na minha mesa.
- O que?! O que aconteceu?! Me conta tudo! E se não me contar eu tiro de você a força! - Eu ri levemente e me indireitei deixando o copo sobre a mesa.
- Ele tentou me beijar... Mas eu não quis...
- O que?! E por que?! Como você pode resistir aquele rostinho?! Meu deus....se fosse eu teria o agarrado naquele momento e...
-Então... - O interompi. Sabia o que ele iria fazer, ele não precisava me dizer. - Acontece que eu não sei por que. Do nada a imagem de Landon veio À minha mente e eu não consegui... Era como estivesse traindo-o. Eu não sei o por que... Estou péssima. - Voltei a me afundar em minha cadeira. Estava tão confusa quanto cego em tiroteio. Era como se tivessem me vendado e me girado sem parar e depois pedissem para eu andar. Era como estava. Daniel torceu o nariz e colocou sua mão em meus ombros.
-Querida... Acho que você sabe o por que... - Ele disse calmamente com uma doçura no olhar.Fiquei o encarando por um certo tempo até a ficha cair. Foi então que entendi o que ele quis dizer.
- Ah não! Eu não estou apaixonada pelo Landon!! Se é o que está querendo dizer!!Nunca! - Eu disse em um tom meio alto, me levantando com pressa da cadeira. Daniel tentanto me fazer ficar quieta puxou meu braço para me jogar novamente sentada nela.
- Você está louca? A Linda Kraft está logo alí! Quer ser despedida é?! - Ele me sussurrou com um tom meio bravo que me fez fechar a cara.
-Biscate... - Disse entre os dentes sentindo a raiva aquecer meu corpo. Linda realmente estava se mostrando uma pequena vadiazinha. Fofoqueira que nem se quer sabe cuidar da sua vida. Daniel me segurou pelo braço e me fez encará-lo.
-Agora escuta aqui. Nós dois sabemos o por que voce ficou confusa, agora só falta voce aceitar! - Eu emburrei a cara e olhei para o lado. Daniel não estava certo... Não podia...Ou podia? Não importava. Importava que estava preocupada com Landon e queria ver se estava tudo bem. Queria vê-lo e era o que iria fazer. Fiquei pensativa por algum tempo e depois voltei a encara-lo.
-Será que pode cobrir o meu dia hoje? É só terminar o relatório do México e envia-lo para o Sr.Juanes. Você consegue? - Perguntei ainda com a voz baixa para ninguem nos ouvir.
-Mas... Você não tinha terminado? - Daniel perguntou confuso.
-Não... Eu menti. - Rimos. - Você faz isso por mim? - Ele contentiu.
- Faço. Agora sái daqui a vai logo para casa dele! Okay? - Eu concenti também.
- Se der eu volto mais tarde.
-Não se preocupe com isso. - Eu sorri e silabei um 'Obrigado'- Vai logo!
Me virei e saí correndo. Sabia que podia confiar em Daniel, além do que ninguém iria presenciar a minha saída. Era quase certo. No meu caminho de ida para casa de Landon parei para compar um café para ele. Não era certo chegar na casa de alguém com as mãos abanando. Minha mãe sempre havia me ensinado a levar coisas quando se vai na casa de alguém. Bem infatil, mas educado. Estacionei meu carro perto do prédio de Landon. Desci e fui para a entrada do prédio. Procurei o numero do seu apartamento no placar dourado. Sm, eu ainda o lembrava de cor. Um barulho soou ao meu lado. Uma senhora estava saindo do prédio com a sua cadelinha na mão.
-Pode segurar a porta para mim? - Pedi e assim ela o fez, me encarando meio maldosamente, mas ignorei. Peguei o elevador e subi no seu andar. Caminhei até a sua porta. Meu coração estava disparado. Por que? Engoli seco e bati levemente na porta. Tinha batido leve demais? Era melhor bater de novo mais forte? Quem sabe. Bati mais forte desta vez, meio impaciente.
-Já vai! - Ouvi a sua voz ecoar dentro do apartamento fazeno meu coração bater mais rápido ainda. Estava parecendo uma menininha do ginásio naquele momento. Respirei fundo e esperei ele abri-la. Ouvia os passos dele se aproximando. A chave rodando e a porta abrindo. Landon apareceu do outro lado e o café nas minhas mãos quase que vai-se ao chão. Era ele, com uma calça de pijamas xadrez, descalço, sem camisa, mostrando a sua barriga definida e seu peito rígido. Realmente parecia esculpida por anjos. Seus cabelos estavam bagunçados e presumi que ele estivesse dormindo.Meu deus... Ele arregalou os olhos como se eu fosse a última pessoa que esperava ver alí.
-Isa- Isabela?! - Ele disse gagejando.- O que...- Ele tociu tentando parar de parecer bobo. - O que.. está fazendo aqui? - Eu encarei o chão por alguns instantes depois voltei a ele.
-Eu fiquei preocupada... Você não foi trabahar e eu queria saber se estava tudo... Bem... - Eu disse pausando em alguns momentos tentando me concentrar no que dizer. Ele ficou me encarando também como se tentando entendero que estava fazendo alí. Um silencio estranho fez-se. Eu ergui o café em sua direção. - Eu trouxe um café... - Disse com voz gentil. Ele sorriu diante da minha ingenuidade e pegou o café de minha mão. Uma risada escapou seus lábios.
-Obrigado... Obrigado, mesmo. - Ele colocou as duas mãos no copo quente e voltou a me encarar. Olhos estranhos que invadiam minha mente. Queria saber o que ele estava pensando daquele momento.- Você não quer entrar? - Ele acordou repentinamente e saiu do caminho para mostrar o seu apartamente ainda impecavel. Como ele mantinha tudo aquilo tão arrumado? Não exitei. Sorri fracamente e entrei, dei alguns passos e parei ainda no hall.- Por que não se senta na sala enquanto eu troco de roupa... - Pensei o quanto aquilo seria um disperdício, mas tudo bem - Volto daqui a pouco.
O obedeci. Fui a sala e me sentei naquele grande sofa de couro negro. Minhas mãos impacientes valsavam pela minha perna pensando em diversas rotas de fuga caso alguma coisa desse errada. Era sempre útil. Mas eu ainda não sabia por que a sua presença ainda me afetava tanto. Era como se voltassemos ao ginásio e eu me sentisse completamente vulneravel, como um filhote sem a mãe. Frágil.
-Pronto! - Ele disse saindo do corredor, só que agora com uma camisa básica branca. Mais bonito que sem, se era possivel. - Hum... posso perguntar o que te trás aqui...Srta. Kemper? - Ele me perguntou com uma voz suave. Eu sorri e me ajeitei no sofá.
- Enquanto estiver vestindo pijamas, prefiro que me chame de Isabela. - Ele riu, um pouco desprevinido, e sentou-se no sofá a minha frente.
- Justo... E então... Isabela... - Eu sorri levemente ao ouvir o meu nome sair de sua boca. Aquilo era estranho. Eu encarei o chão ainda meio vermelha e depois voltei-me.
- Eu fiquei preocupada quando não foi ao trabalho e...depois do que aconteceu ontem... - Eu disse meio sem graça, percebendo a sua feição ficar séria ao ter mencionado o ocorrido. - Eu só vim verificar...na verdade... - Eu disse meio delicada. Ele acentiu levemente e cruzou as pernas formalmente. Percebi que aquilo havia o deixado desconfortável.
- Ah sim... Ontem... Quase me havia esquecido... - Ele disse seriamente encarando o chão. Subtamente ele se levantou ficando na frente do sofá, com as mãos na cintura. - Falando nisso, como foi o seu jantar com o Sr. Delaney? - Ele me perguntou maldosamente. Seu tom de voz havia mudado. Agora estava ríspido e sarcástico, poderia até dizer rigoroso.
- Ahm... Foi bom, na verdade, mas acho que não vem ao... - Eu disse sendo interrompida no meio da frase por ele.
- Ah, sim... Imagino. Ele é muito amável não é? Eu vi como vocês dois estavam se dando bem lá no café. - Landon estava sendo injusto comigo. Eu sei que eu tinha pisado na bola, mas eu estava lá como uma tentativa de me desculpar, e afinal de contas, quem invadiu a minha casa bêbado foi ele, e não eu! Eu não estava lá para jogar na cara dele como eu tinha me saido no jantar, por que nem que quisesse eu teria como... Eu tinha pensado nele o jantar todo e ele havia sido um desastre por causa disso. Ele realmente estava tentando me atingir...de maneira muito baixa. Senti um nó na minha garganta como um choro segurado. Não poderia fazer aquilo na frente dele. Me levantei rapidamente e peguei minha bolsa.
- Quer saber... É melhor eu ir. Me parece que esse não foi um bom momento...- Dei alguns passos e fui interrompida por ele de novo.
- Oh não! Na verdade é um ótimo momento Srta! Se voce veio aqui conversar, vamos conversar! - Disse ele na maior naturalidade dando um tom ironico aquela frase. O nó ficou maior. Eu virei-me irritada.
- Eu não vim aqui conversar sobre isso, OK?! Eu só vim ver como você estava! - Eu disse com o tom um pouco alterado.
- E então... conseguiu mostrar muita coisa de NY para o Sr. Dellaney? - Ele disse ignorando totalmente o que eu tinha dito antes. - Ou não deu tempo? - Eu parei e encare-o confusa tentando entende ro que estva dizendo. Ele se aproximou de mim.
- Do que você está falando?- Eu perguntei irritada.
- Conseguiu dar um tour pela cidade ou ficou só no quarto mesmo? - Ele perguntou naturalmente. O meu sangue subiu. Toda aquela tristeza e aquele nó se trasformaram em ódio. Ele estava sendo vulgar e intrometido. Ele não tinha o direito de falar assim comigo, nem como pessoa e muito menos como a sua funcionaria. Se ele estava acostumado em mandar em todo mundo o problema não era meu, por que sabia que em mim ele não iria mandar. Não podia me dizer todas aquelas baixarias e sair ileso de tudo isso. Em uma explosão de raiva, minha mão subiu rapidamente e foi de encontro ao seu rosto, fazendo um barulho tremendo e fazendo o seu rosto virar-se para o outro lado. Um silencio na sala. Ele virou o seu rosto lentamente e me encarou. Seus olhos ainda me provocavam de mais. A minha mão se levantou novamente e começou a fazer o memso caminho, mas foi interrompida antes pela mão de Landon que segurou meu pulso. Ele ficou me encarando firmemente enquanto sua mão fechava cada vez mais sobre meu pulso. Eu não desviava o olhar, igualmente. Iriamos ficar ali por horas se dependesse de mim. Eu sentia o calor que emanava do seu corpo e ele podia sentir o meu também. Seus olhos eram tão fortes e tão misteriosos. Não estavam irritados nem nada do tipo, estavam culpados. Seus labios deliniados envolviam a sua respiração rápida. Sua mão foi soltando o meu pulso levemente, descendo pelo meu braço, como se o acariciasse. Voltei meus olhos para sua mão sobre meu braço e depois voltei para os seus olhos. Não entendia o que estava acontecendo. Subtamente Landon envolveu suas mãos finas no meu pescoço e me puxou para o dele. Foi tudo tão rápido que eu demorei alguns segundos para assimilar o que estava acontecendo. Mas não exitei em corresponder. Da onde viera aquilo? Realmente não sabia. Mas eu também nem ligava. Toda a minha raiva se dissipou nos seus beijos e em o toque da sua pele.
Segurei seu rosto com a mesma força quanto segurava meu pescoço enquanto seus beijos violentos tomavam a minha boca. Nunca tinha visto esse lado de Landon, voraz e sedento, tomado por desejo que viera de sei lá aonde, mas eu realmente não ligava. Tudo que eu queria estava literalmente nas minhas mãos naquele momento. Seu rosto macio e seus labios rosados chocando-se contra os meus. Sua mão desceu até as minhas costas e logo após até as minhas coxas, me impulsionando para cima, fazendo minhas pernas se envolverem acima de seu quadril. Sua mão voltou as minhas costas me dando apoio, por que se não iamos os dois para o chão. Eu agarrei seu percoço com força enquanto ele me levava para a mesa do jantar. Me colocou deitava na mesa fria e continuou a me beijar, e eu realmente não queria que ele parasse. Suas mãos em minhas pernas faziam com que o comprimento da minha saia diminuisse e aumentasse conforme seus dedos valsavam pela minha pele quente. Ele se afastou um pouco dos meus lábios e eu conseguia sentir a sua respiração bater contra a minha, seu cabelo jogado sobre seus rosto me empedindo de ver seus olhos. Coloquei alguns fios atrás de sua orelha me fazendo encarar seus olhos esverdeados.
- Me desculpe ter sido um idiota ultimamente... - Ele disse baixo, como uma confissão. Eu sorri abertamente e lhe dei um beijo lento nos lábios e voltei a nos distanciar. Queria que ele soubesse que eu não ligava para o quanto ele tinha sido um idiota, agora não me importava. Não mais. Era a peça do quebra cabeça que me faltava para entender o que eu estava sentidno. - Nunca deveria ter tirado você da minha vida...Mesmo... - Disse ele baixinho contra meu ouvido. Era tudo que eu precisava ouvir naquele momento. Além dos chingamentos e das entrigas e do ciumes que sentiamos um pelo outro sabiamos que havia algo mais. Eu queria Landon perto de mim, e sabia que ele também me queria. Era como se os anos da escola tivessem voltados para tentarmos de novo. Eu tentaria, de coração aberto. Landon se distanciou ainda mais para poder me analisar quase por inteira. Ele sorria. - Não sei como pude deixar você escapar no colégio... Devia ser mesmo um cego... - Ele me dizia ainda com um sorriso no rosto. Eu sorri e levantei as minhas costas me aproximando dele. Coloquei minha mão sobre seu rosto e o beijei novamente. Era como se ele tivesse entrado na minha mente e estava dizendo tudo o que eu queria escutar, e ainda mais.
-Eu não ligo... Mas que bom que agora voce viu...- Eu ri ironica fazendo o rir também. Ele me deitou na mesa e voltou a me beijar.Subtamente pancadas ecoaram por toda a sala. Era a porta. Mas logo agora?! Amaldiçoei quem estivesse do outro lado, nos interrompendo na nossa reconciliação boba, mas memso assim muito importante. Landon olhou para o hall e depois voltou a mim.
-Eu preciso atender... Um segundo... Deve ser Sr. Tanehill com uns relatórios que eu havia pedido. - Ele disse se direcionando à porta. - Voltarei e um segundo! - Gritou ele já de longe. Eu bufei e sentei na mesa, como uma menina emburrada. Arrumei minha saia e esperei que ele voltasse, pena que isso iria demorar mais do que haviamos planejado.
Veri.
- Ah não! Eu não estou apaixonada pelo Landon!! Se é o que está querendo dizer!!Nunca! - Eu disse em um tom meio alto, me levantando com pressa da cadeira. Daniel tentanto me fazer ficar quieta puxou meu braço para me jogar novamente sentada nela.
- Você está louca? A Linda Kraft está logo alí! Quer ser despedida é?! - Ele me sussurrou com um tom meio bravo que me fez fechar a cara.
-Biscate... - Disse entre os dentes sentindo a raiva aquecer meu corpo. Linda realmente estava se mostrando uma pequena vadiazinha. Fofoqueira que nem se quer sabe cuidar da sua vida. Daniel me segurou pelo braço e me fez encará-lo.
-Agora escuta aqui. Nós dois sabemos o por que voce ficou confusa, agora só falta voce aceitar! - Eu emburrei a cara e olhei para o lado. Daniel não estava certo... Não podia...Ou podia? Não importava. Importava que estava preocupada com Landon e queria ver se estava tudo bem. Queria vê-lo e era o que iria fazer. Fiquei pensativa por algum tempo e depois voltei a encara-lo.
-Será que pode cobrir o meu dia hoje? É só terminar o relatório do México e envia-lo para o Sr.Juanes. Você consegue? - Perguntei ainda com a voz baixa para ninguem nos ouvir.
-Mas... Você não tinha terminado? - Daniel perguntou confuso.
-Não... Eu menti. - Rimos. - Você faz isso por mim? - Ele contentiu.
- Faço. Agora sái daqui a vai logo para casa dele! Okay? - Eu concenti também.
- Se der eu volto mais tarde.
-Não se preocupe com isso. - Eu sorri e silabei um 'Obrigado'- Vai logo!
Me virei e saí correndo. Sabia que podia confiar em Daniel, além do que ninguém iria presenciar a minha saída. Era quase certo. No meu caminho de ida para casa de Landon parei para compar um café para ele. Não era certo chegar na casa de alguém com as mãos abanando. Minha mãe sempre havia me ensinado a levar coisas quando se vai na casa de alguém. Bem infatil, mas educado. Estacionei meu carro perto do prédio de Landon. Desci e fui para a entrada do prédio. Procurei o numero do seu apartamento no placar dourado. Sm, eu ainda o lembrava de cor. Um barulho soou ao meu lado. Uma senhora estava saindo do prédio com a sua cadelinha na mão.
-Pode segurar a porta para mim? - Pedi e assim ela o fez, me encarando meio maldosamente, mas ignorei. Peguei o elevador e subi no seu andar. Caminhei até a sua porta. Meu coração estava disparado. Por que? Engoli seco e bati levemente na porta. Tinha batido leve demais? Era melhor bater de novo mais forte? Quem sabe. Bati mais forte desta vez, meio impaciente.
-Já vai! - Ouvi a sua voz ecoar dentro do apartamento fazeno meu coração bater mais rápido ainda. Estava parecendo uma menininha do ginásio naquele momento. Respirei fundo e esperei ele abri-la. Ouvia os passos dele se aproximando. A chave rodando e a porta abrindo. Landon apareceu do outro lado e o café nas minhas mãos quase que vai-se ao chão. Era ele, com uma calça de pijamas xadrez, descalço, sem camisa, mostrando a sua barriga definida e seu peito rígido. Realmente parecia esculpida por anjos. Seus cabelos estavam bagunçados e presumi que ele estivesse dormindo.Meu deus... Ele arregalou os olhos como se eu fosse a última pessoa que esperava ver alí.
-Isa- Isabela?! - Ele disse gagejando.- O que...- Ele tociu tentando parar de parecer bobo. - O que.. está fazendo aqui? - Eu encarei o chão por alguns instantes depois voltei a ele.
-Eu fiquei preocupada... Você não foi trabahar e eu queria saber se estava tudo... Bem... - Eu disse pausando em alguns momentos tentando me concentrar no que dizer. Ele ficou me encarando também como se tentando entendero que estava fazendo alí. Um silencio estranho fez-se. Eu ergui o café em sua direção. - Eu trouxe um café... - Disse com voz gentil. Ele sorriu diante da minha ingenuidade e pegou o café de minha mão. Uma risada escapou seus lábios.
-Obrigado... Obrigado, mesmo. - Ele colocou as duas mãos no copo quente e voltou a me encarar. Olhos estranhos que invadiam minha mente. Queria saber o que ele estava pensando daquele momento.- Você não quer entrar? - Ele acordou repentinamente e saiu do caminho para mostrar o seu apartamente ainda impecavel. Como ele mantinha tudo aquilo tão arrumado? Não exitei. Sorri fracamente e entrei, dei alguns passos e parei ainda no hall.- Por que não se senta na sala enquanto eu troco de roupa... - Pensei o quanto aquilo seria um disperdício, mas tudo bem - Volto daqui a pouco.
O obedeci. Fui a sala e me sentei naquele grande sofa de couro negro. Minhas mãos impacientes valsavam pela minha perna pensando em diversas rotas de fuga caso alguma coisa desse errada. Era sempre útil. Mas eu ainda não sabia por que a sua presença ainda me afetava tanto. Era como se voltassemos ao ginásio e eu me sentisse completamente vulneravel, como um filhote sem a mãe. Frágil.
-Pronto! - Ele disse saindo do corredor, só que agora com uma camisa básica branca. Mais bonito que sem, se era possivel. - Hum... posso perguntar o que te trás aqui...Srta. Kemper? - Ele me perguntou com uma voz suave. Eu sorri e me ajeitei no sofá.
- Enquanto estiver vestindo pijamas, prefiro que me chame de Isabela. - Ele riu, um pouco desprevinido, e sentou-se no sofá a minha frente.
- Justo... E então... Isabela... - Eu sorri levemente ao ouvir o meu nome sair de sua boca. Aquilo era estranho. Eu encarei o chão ainda meio vermelha e depois voltei-me.
- Eu fiquei preocupada quando não foi ao trabalho e...depois do que aconteceu ontem... - Eu disse meio sem graça, percebendo a sua feição ficar séria ao ter mencionado o ocorrido. - Eu só vim verificar...na verdade... - Eu disse meio delicada. Ele acentiu levemente e cruzou as pernas formalmente. Percebi que aquilo havia o deixado desconfortável.
- Ah sim... Ontem... Quase me havia esquecido... - Ele disse seriamente encarando o chão. Subtamente ele se levantou ficando na frente do sofá, com as mãos na cintura. - Falando nisso, como foi o seu jantar com o Sr. Delaney? - Ele me perguntou maldosamente. Seu tom de voz havia mudado. Agora estava ríspido e sarcástico, poderia até dizer rigoroso.
- Ahm... Foi bom, na verdade, mas acho que não vem ao... - Eu disse sendo interrompida no meio da frase por ele.
- Ah, sim... Imagino. Ele é muito amável não é? Eu vi como vocês dois estavam se dando bem lá no café. - Landon estava sendo injusto comigo. Eu sei que eu tinha pisado na bola, mas eu estava lá como uma tentativa de me desculpar, e afinal de contas, quem invadiu a minha casa bêbado foi ele, e não eu! Eu não estava lá para jogar na cara dele como eu tinha me saido no jantar, por que nem que quisesse eu teria como... Eu tinha pensado nele o jantar todo e ele havia sido um desastre por causa disso. Ele realmente estava tentando me atingir...de maneira muito baixa. Senti um nó na minha garganta como um choro segurado. Não poderia fazer aquilo na frente dele. Me levantei rapidamente e peguei minha bolsa.
- Quer saber... É melhor eu ir. Me parece que esse não foi um bom momento...- Dei alguns passos e fui interrompida por ele de novo.
- Oh não! Na verdade é um ótimo momento Srta! Se voce veio aqui conversar, vamos conversar! - Disse ele na maior naturalidade dando um tom ironico aquela frase. O nó ficou maior. Eu virei-me irritada.
- Eu não vim aqui conversar sobre isso, OK?! Eu só vim ver como você estava! - Eu disse com o tom um pouco alterado.
- E então... conseguiu mostrar muita coisa de NY para o Sr. Dellaney? - Ele disse ignorando totalmente o que eu tinha dito antes. - Ou não deu tempo? - Eu parei e encare-o confusa tentando entende ro que estva dizendo. Ele se aproximou de mim.
- Do que você está falando?- Eu perguntei irritada.
- Conseguiu dar um tour pela cidade ou ficou só no quarto mesmo? - Ele perguntou naturalmente. O meu sangue subiu. Toda aquela tristeza e aquele nó se trasformaram em ódio. Ele estava sendo vulgar e intrometido. Ele não tinha o direito de falar assim comigo, nem como pessoa e muito menos como a sua funcionaria. Se ele estava acostumado em mandar em todo mundo o problema não era meu, por que sabia que em mim ele não iria mandar. Não podia me dizer todas aquelas baixarias e sair ileso de tudo isso. Em uma explosão de raiva, minha mão subiu rapidamente e foi de encontro ao seu rosto, fazendo um barulho tremendo e fazendo o seu rosto virar-se para o outro lado. Um silencio na sala. Ele virou o seu rosto lentamente e me encarou. Seus olhos ainda me provocavam de mais. A minha mão se levantou novamente e começou a fazer o memso caminho, mas foi interrompida antes pela mão de Landon que segurou meu pulso. Ele ficou me encarando firmemente enquanto sua mão fechava cada vez mais sobre meu pulso. Eu não desviava o olhar, igualmente. Iriamos ficar ali por horas se dependesse de mim. Eu sentia o calor que emanava do seu corpo e ele podia sentir o meu também. Seus olhos eram tão fortes e tão misteriosos. Não estavam irritados nem nada do tipo, estavam culpados. Seus labios deliniados envolviam a sua respiração rápida. Sua mão foi soltando o meu pulso levemente, descendo pelo meu braço, como se o acariciasse. Voltei meus olhos para sua mão sobre meu braço e depois voltei para os seus olhos. Não entendia o que estava acontecendo. Subtamente Landon envolveu suas mãos finas no meu pescoço e me puxou para o dele. Foi tudo tão rápido que eu demorei alguns segundos para assimilar o que estava acontecendo. Mas não exitei em corresponder. Da onde viera aquilo? Realmente não sabia. Mas eu também nem ligava. Toda a minha raiva se dissipou nos seus beijos e em o toque da sua pele.
Segurei seu rosto com a mesma força quanto segurava meu pescoço enquanto seus beijos violentos tomavam a minha boca. Nunca tinha visto esse lado de Landon, voraz e sedento, tomado por desejo que viera de sei lá aonde, mas eu realmente não ligava. Tudo que eu queria estava literalmente nas minhas mãos naquele momento. Seu rosto macio e seus labios rosados chocando-se contra os meus. Sua mão desceu até as minhas costas e logo após até as minhas coxas, me impulsionando para cima, fazendo minhas pernas se envolverem acima de seu quadril. Sua mão voltou as minhas costas me dando apoio, por que se não iamos os dois para o chão. Eu agarrei seu percoço com força enquanto ele me levava para a mesa do jantar. Me colocou deitava na mesa fria e continuou a me beijar, e eu realmente não queria que ele parasse. Suas mãos em minhas pernas faziam com que o comprimento da minha saia diminuisse e aumentasse conforme seus dedos valsavam pela minha pele quente. Ele se afastou um pouco dos meus lábios e eu conseguia sentir a sua respiração bater contra a minha, seu cabelo jogado sobre seus rosto me empedindo de ver seus olhos. Coloquei alguns fios atrás de sua orelha me fazendo encarar seus olhos esverdeados.
- Me desculpe ter sido um idiota ultimamente... - Ele disse baixo, como uma confissão. Eu sorri abertamente e lhe dei um beijo lento nos lábios e voltei a nos distanciar. Queria que ele soubesse que eu não ligava para o quanto ele tinha sido um idiota, agora não me importava. Não mais. Era a peça do quebra cabeça que me faltava para entender o que eu estava sentidno. - Nunca deveria ter tirado você da minha vida...Mesmo... - Disse ele baixinho contra meu ouvido. Era tudo que eu precisava ouvir naquele momento. Além dos chingamentos e das entrigas e do ciumes que sentiamos um pelo outro sabiamos que havia algo mais. Eu queria Landon perto de mim, e sabia que ele também me queria. Era como se os anos da escola tivessem voltados para tentarmos de novo. Eu tentaria, de coração aberto. Landon se distanciou ainda mais para poder me analisar quase por inteira. Ele sorria. - Não sei como pude deixar você escapar no colégio... Devia ser mesmo um cego... - Ele me dizia ainda com um sorriso no rosto. Eu sorri e levantei as minhas costas me aproximando dele. Coloquei minha mão sobre seu rosto e o beijei novamente. Era como se ele tivesse entrado na minha mente e estava dizendo tudo o que eu queria escutar, e ainda mais.
-Eu não ligo... Mas que bom que agora voce viu...- Eu ri ironica fazendo o rir também. Ele me deitou na mesa e voltou a me beijar.Subtamente pancadas ecoaram por toda a sala. Era a porta. Mas logo agora?! Amaldiçoei quem estivesse do outro lado, nos interrompendo na nossa reconciliação boba, mas memso assim muito importante. Landon olhou para o hall e depois voltou a mim.
-Eu preciso atender... Um segundo... Deve ser Sr. Tanehill com uns relatórios que eu havia pedido. - Ele disse se direcionando à porta. - Voltarei e um segundo! - Gritou ele já de longe. Eu bufei e sentei na mesa, como uma menina emburrada. Arrumei minha saia e esperei que ele voltasse, pena que isso iria demorar mais do que haviamos planejado.
Veri.
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